Pois é, um jornalista da Rolling Stone fez um chill-out com a cantora. O relato é ótimo!
Jornada Noite Adentro
Por Claire Hoffman
Movida a cerveja, chá e pão com banana, Amy Winehouse fala de seu marido preso, do próximo álbum e de sua vida atribulada de popstar
É uma manhã de domingo, o sol nasce e Amy Winehouse está em casa (em Londres) olhando para o espelho, medindo seu pequeno corpo de alto a baixo, examinando os raquíticos membros tatuados, a selva formada por um penteado emaranhado e o brilho alucinógeno de seus transparentes olhos verdes. Tudo a sua volta é de uma bagunça desastrosa: sacos de batatinha vazios, bolinhas amassadas de papel-alumínio, garrafas de cerveja, caixas de lingerie e velhos cartões de crédito espalhados contam a história de uma longa noite que não termina há semanas, meses talvez. Embora o sábado de Winehouse ainda não tenha acabado, seu domingo começou com tablóides anunciando mais um escândalo de alto calibre. Desta vez são fotografias e cenas – que vazaram através de uma câmera digital perdida – mostrando a cantora em vários estados de degradação, todas tiradas por seu marido, atualmente encarcerado, Blake Fielder-Civil. O que soa terrível não é a cantora cercada de cachimbos de crack (já apareceram muitas dessas fotos este ano), mas o vídeo dela com uma amiga cantando abobadamente uma musiquinha de conotação racista: “Pretos, pakis [paquistaneses], gooks [vietnamitas] e nips [japas]… surdos, tontos, cegos e gays”.
Continua aqui.



Related Articles
No user responded in this post
Leave A Reply